"Que o medo da solidão se afaste...
Que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável...
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembro ter dado na infância...
Porque metade de mim é a lembrança do que fui...
E a outra metade...
Eu não sei...
...
E que a minha loucura seja perdoada...
Porque metade de mim é amor...
E a outra metade...
Também!"
(Oswaldo Montenegro)
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