Peregrino
Há longos 13 anos, vinha eu para Belo Horizonte, viver por aqui, ouvindo esse disco do Mestre Eric Clapton, com os olhos cheios de lágrimas, pensando em alguém. Ontem fiz a saga novamente, e a pessoa era a mesma. Um homem que esquece seu passado está fardado a repetí-lo. Lastimável.
Como escolho e onde eu desenho a linha
Entre a verdade e a dor necessária?
E como irei saber, onde eu pego minha esperança
De que as coisas ficarão bem de novo?
Que palavras eu uso para tentar explicar
Para as pessoas que testemunharam minhas lágrimas?
O que significa saber todas essas coisas
Quando o Amor tem sido desperdiçado todos esses anos?
Aguardando nas sombras,
Com o coração em minha mão.
Isolado de todas as pessoas
Que nunca poderiam entender.
Fui um peregrino pelo seu Amor.
Um peregrino pelo seu Amor.
Fui um peregrino pelo seu Amor.
Um peregrino pelo seu Amor.
É como viver em um pesadelo,
Como olhar o buraco mais escuro.
Como ficar parado na beira do nada,
Completamente fora de controle.
Agora, onde estive todos esses anos?
E como eu não pude ver?
Como um homem cego andando na escuridão:
Fui um peregrino pelo seu Amor.
Um peregrino pelo seu Amor.
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